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A IGREJA NO ISOLAMENTO SOCIAL CONTRA O COVID19, DIVIDE OPINIÃO ENTRE OS LÍDERES RELIGIOSOS...



A Pandemia do COVID19 no Brasil, onde se refere ao isolamento social, os evangélicos se dividem em opiniões defendendo ou não a questão do isolamento social para combater o novo coronavírus ( Covid-19).

Uma parte defendem as medidas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para evitar a disseminação da covid-19, ou seja, as igrejas estão divididas, de um lado líderes que defendem o fim do isolamento, a manutenção dos templos abertos e os cultos presenciais, de outro lado, líderes que fecharam os templos, fazem cultos online e pedem que os fiéis orem em casa.

Em tempo de Pandemia, vemos no Brasil a fora alguns líderes evangélicos conhecidos que já até vieram a público criticar o isolamento e defender a abertura das igrejas, mas diversos pastores das mais diferentes denominações defendem a suspensão de cultos presenciais e estão disponibilizando cultos online, enviando cartas e promovendo eventos e debates na internet, entre eles, a questão sobre a importância dos cuidados necessários e obediência as medidas diante da pandemia.

Para muitos teólogos e sociólogos evangélicos, alegam eles que essa divergência sobre o novo coronavírus, simplesmente expõe uma divisão nesse grupo religioso que se acentuou durante os últimos anos, à medida que o presidente do país, Jair Bolsonaro, assumia, cada vez mais, uma "aura de autoridade religiosa".

Pois, segundo uma pesquisa recente do instituto Datafolha, os evangélicos continuam sendo um dos setores onde o Presidente Bolsonaro tem maior aprovação.

Embora, sabe que a maioria dos evangélicos no Brasil seja a favor das medidas de isolamento, o índice dos que são contra o isolamento e acham que a população deve sair para trabalhar (de 44%) é maior entre esses religiosos do que na população em geral (37%).

Enfim, não podemos esquecer, como todos os setores, existe a questão econômica, pois segundo alguns analistas, a questão econômica é uma das motivações para a hesitação diante das medidas de isolamento também.

Razão que, sempre há um receio das igrejas nesse momento, porque a entrada financeira acontece principalmente nos cultos presenciais, há o risco da entrada ser menor, e não tem como negar que, há uma série de compromissos financeiros, aluguel dos templos, salários dos pastores, etc.

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