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Correios afundam em rombo bilionário e beiram a falência na gestão Lula


Um documento interno da Diretoria Econômico-Financeira dos Correios revela que a estatal entrou em um colapso financeiro sem precedentes, acumulando prejuízos recorrentes que ameaçam sua sobrevivência. Após a interrupção dos planos de privatização defendidos pela gestão Bolsonaro, a empresa mergulhou no que seus próprios diretores chamam de "ciclo vicioso", com um rombo estimado em R$ 5,8 bilhões para 2025 durante o governo Lula. A situação é reflexo direto da queda na qualidade dos serviços e da incapacidade de manter clientes estratégicos sob o atual modelo de gestão.


A gestão apresenta números catastróficos, com a estatal deixando de pagar R$ 3,7 bilhões a fornecedores, tributos e até aos próprios empregados até setembro do ano passado. O relatório aponta que a falta de dinheiro em caixa é o fator mais crítico, evidenciando que a empresa está operando no limite da legalidade. Para tentar maquiar o buraco, foi necessário recorrer a empréstimos de R$ 13,8 bilhões, uma medida paliativa que apenas adia o inevitável fim de uma gigante antes cobiçada pelo mercado.


A diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo confirmou que a baixa qualidade operacional afastou grandes parceiros, que representam metade do faturamento da casa, destruindo a confiança no serviço estatal. Segundo o documento, não se trata de um soluço momentâneo, mas de um sinal claro de que a estrutura atual não gera valor e está sendo esmagada pela concorrência. Enquanto o governo insiste no controle estatal, os números mostram uma redução de 17,6% nas receitas em relação ao período anterior.


futuro dos funcionários, muitos dos quais celebraram a mudança de governo e atacaram as propostas de desestatização, agora é de total incerteza diante da projeção de um déficit de R$ 9,1 bilhões para o final de 2026. Com o agravamento da performance e o caixa esvaziado, o risco de demissões em massa e insolvência torna-se uma realidade amarga para quem acreditou em promessas políticas. A "festa" ideológica está custando caro e quem paga a conta, novamente, é o cidadão brasileiro e o trabalhador da estatal.



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