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Chefe da Casa Civil diz que não há 'desconforto' sobre ministra ligada a miliciano do RJ...


A ministra do Turismo, Daniela do Waguinho, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva Ricardo Stuckert/ PT - 2.1.2023.


Rui Costa afirmou, nesta quarta-feira (4), que será 'outra história' caso haja novos episódios que envolvam Daniela do Waguinho...

Mesmo após a repercussão negativa, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (4) que não há "nenhum tipo de desconforto" com o episódio que envolve a ministra do Turismo, Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ), ligada a milicianos no Rio de Janeiro.

"Uma ou outra repercussão, [mas] nenhuma materialidade concreta sobre nada que crie algum tipo de desconforto. Se surgirem coisas novas, aí é outra história. Mas até agora nenhum tipo de desconforto", afirmou Costa durante um evento no Palácio do Planalto.

A ministra é ligada à família de Juracy Alves Prudêncio, o Jura, condenado por chefiar uma milícia na Baixada Fluminense. A política se reelegeu deputada federal pelo União Brasil no ano passado e assumiu a pasta de Turismo na última segunda-feira (2). Jura é ex-sargento da Polícia Militar do RJ e foi condenado a 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio e associação criminosa. Ele já cumpriu cerca de 15 anos. A ministra do Turismo de Lula é casada com Waguinho, prefeito de Belford Roxo (RJ) e presidente estadual do União Brasil no Rio de Janeiro. Giane declarou apoio a Daniela em agosto do ano passado e pedia votos com frequência para a agora ministra. A esposa de Jura também fez campanha para Daniela em 2018, quando ambas apoiaram o então candidato Jair Bolsonaro (PL), à época no PSL. Jura participou dos eventos em apoio a Daniela naquele ano.

Ele chegou a ser nomeado para um cargo comissionado na Secretaria de Defesa Civil e Ordem Urbana de Belford Roxo após ter passado do regime fechado para o semiaberto, em maio de 2017. À época, Waguinho, marido da ministra de Lula, cumpria o primeiro mandato à frente da prefeitura do município.

Em janeiro de 2020, a Vara de Execuções Penais suspendeu o trabalho de Jura fora da cadeia. A medida cautelar foi tomada a pedido do Ministério Público após indícios de irregularidade no cumprimento do benefício, já que ele não comparecia ao local de trabalho.

Em um dos processos em que o ex-sargento foi condenado, a juíza Beatriz de Oliveira Monteiro Marques refere-se a ele como comandante de "milícia privada extremamente organizada para a prática de delitos graves, tendo como área de atuação vários municípios da Baixada Fluminense, como Belford Roxo, Queimados e Nova Iguaçu", com atuações na "política, ameaçando moradores das localidades em que atuava a votarem nele", já que Jura seria "detentor de poderio e de capacidade para arregimentar homens e armas dentro de sua estrutura criminosa, mesmo estando preso".


FONTE: https://noticias.r7.com/brasilia/chefe-da-casa-civil-diz-que-nao-ha-desconforto-sobre-ministra-ligada-a-miliciano-do-rj-05012023

 
 
 

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